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Lembra dessa aulinha de inglês?Quem não?Agora eu posso dizer: | | | |
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| | | | Na verdade mesmo, o que está sobre a mesa ainda não é o meu livro publicado. É o que se chama de “boneco” ou “boneca”, em alguns estados brasileiros. É uma prova impressa, uma simulação.
Boneco é uma montagem feita manualmente de poucas unidades do livro, só para gente ter aquela visão geral. Sentir, tatear como ele ficará depois de ser transplantado do computador para um objeto em suas mãos. O tal livro. O meu se chama:
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| | Nesse começo de 2026 me dediquei totalmente ao livro. Gente, como tem detalhe! Quantas reflexões, indecisões e decisões! Um trabalhão. Mas não é só para mim, não.
É
trabalho para o designer, para quem edita e revisa. Cada um com sua expertise. Pra
mim, resta dar a palavra final. Para o designer, Guido Giglio, sobrou o pepino
de transpor textos, vídeos e a interatividade das #banalidadesdeviagem do
WhatsApp, para um livro estático. Criar o projeto gráfico, emojis e a
maravilhosa capa. Paro por aqui para não me acusarem (com toda a razão) de mãe
coruja.
A
editora Ana Luisa Martins é a craque na sua crítica à clareza, fluidez e
linguagem. É ela quem sinfoniza a edição geral do livro. A revisora Rosalina
Gouveia que, além de corrigir erros, zela pela consistência da linguagem. E,
por fim, a fotógrafa Pat Cividanes, dona de uma “cápsula do tempo” me socorreu com
seus registros fotográficos do meu dia a dia lisboeta. Agora é esperar sair das máquinas e
lançar.
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| | | | Uma passeadinha no boneco do livro. Tem fotos, roteiros, experiências.
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| | | | | Esses momentos finais são nervosos e emocionantes! Aliás, o que não tem faltado são fortes emoções. Em maio, recebi a visita de meu filho Guido, designer do livro, da editora Ana Luisa e do casal de amigos Doug e Robert, de quem já falei em 2023, e você vai poder ler ou reler em “New York, New York”. Juntos, varremos essa Lisboa. | | | |
| | Tem as viagens pela Europa e EUA vividas entre os meus 69 e 71 anos.
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| | | | | Lançamento em Lisboa 8 de setembro
Nesta noite vai ter conversa boa.Serei entrevistada pela amiga, fotógrafa e dona de cápsula do tempo com registros fotográficos destes meus quase 4 anos vivendo em Portugal.
A foto da capa do livro é dela: Pat Cividanes. | | | |
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| | | | | | Locais e datas de lançamento: agende-se! | | | |
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| | | | E o livro é sobre o que mesmo? Banalidades de viagens?
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E se você ainda tivesse outras vidas pela frente?
Quando eu tinha 69 anos, fiz uma coisa que muita gente considerou corajosa. Outros acharam imprudente, inconsequente, desnecessário. Irresponsável.
Alguns tiveram a prova de sua própria crença: “É louca, mesmo”. Desarrumei a vida. Listei 300 tarefas. Joguei muita tralha. Doei de tudo.
Arrumei as malas. E fui morar sozinha na Europa.
Mudanças começam com perguntas inconvenientes:
Dá pra fazer sonhos virarem realidades? Ainda dá pra viver outras vidas nessa vida?
Dá, mas é um novo roteiro. O roteiro do século 20 não serve: estudar → trabalhar → aposentar → morrer → e fim. Por que não serve?Porque parece que esse “fim" se esqueceu de acabar, não é?
E nos deixa com outra pergunta:O que vamos fazer com os 20, 30 ou 40 anos adicionais que insistem em fazer parte da nossa história?
Eu resolvi pensar em outras vidas dentro desta vida.E assim nasceu o Projeto 69.Uma espécie de laboratório de vida real. Sem grupo de controle, mas muito planejamento e jogo de cintura afinado para improvisar.
Comecei a compartilhar o dia a dia das primeiras preparações, decisões e tarefas para colocar o Projeto 69, em pé. E assim nasceram as famosas #banalidadesdeviagem. Nome, aliás, que foi escolhido pelos fãs para batizar as pequenas histórias e perrengues do cotidiano do Projeto.
Me mudei sozinha para Lisboa aos 69 .Após quase 2 anos de preparação, cheguei na Europa com 2 malas e muita vida. E aí as crônicas se intensificaram. Pequenos relatos sobre cafés, comidas, vinhos, pessoas, ruas, encontros, desencontros, burocracias, amizades, sustos e descobertas compartilhados pelo WhatsApp para uma lista de 2.000 pessoas entre amigos, clientes e interessados. Talvez você seja uma delas.
E o inesperado: eu não estava sozinhaOs relatos tão pessoais começaram a despertar perguntas universais. Perguntas e trocas com mulheres e homens mais novos, mais velhos, pessoas que nunca viajaram, outras que que conheciam meio mundo. Com gente que me conhecia muito bem e outras que me conheciam só das redes sociais. E outras que se achegaram, amigos de amigos.
Crônicas sobre recomeços. Quem ainda podemos nos tornar? Alguns se diziam já influenciados e pensando em seus futuros, outros ainda só assistindo de camarote.
O resultado é o livro FUI Morar Sozinha na Europa aos 69 anos.Reúne os “posts” enviados durante 2 anos, de 2023 a 2025.
Mas não se engane. Não é um livro sobre minhas viagens.Europa é apenas o cenário. Também não é um guia de viagem. Mas têm dicas muito boas.
Nem é livro de autoajuda. Até porque desconfio das respostas corretíssimas para tudo e todos.
Talvez seja um livro sobre perguntas, sobre a estranha possibilidade, agora nossa contemporânea, de viver outras vidas nessa vida.
E na sua vida cabem outras vidas?
Ao longo de 336 páginas de textos, 160 fotografias e 79 vídeos acessados por QR Codes, o leitor acompanha uma experiência que começou como uma mudança geográfica e acabou se transformando em relatos sobre liberdade e futuros longevos.
O que você faria se acreditasse que ainda tem outras vidas pela frente?
Beia Carvalho é futurista, palestrante TEDx e autora.
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Escolha a sua praça e data para pegar o seu exemplar. | | | |
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| | | | | | O que mais estou fazendo? | | | |
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| | | | Agora sou cronista aqui em Lisboa no jornal PÚBLICO Brasil | |
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| | QUE FUTURO QUEREMOS?
Eu quero um futuro de respeito, de oportunidades iguais para todos os humanos de todas as cores, gêneros, credos. Dentre os futuros possíveis, qual você quer? | |
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| | | | | Fazer presença Entro nos ambientes para pensarmos sobre a urgência de atualizarmos os nossos comportamentos para vivermos mais em harmonia com o nosso presente e o futuro. | | | |
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| | | | Leve a Beia para seus eventos. Palestrante futurista que inspira as plateias. | | | |
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| | Me siga nas redes pra discutirmos os mindsets do futuro: @beia | |
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