| | | | Beia Carvalho no Jornal de Negócios em Portugal | | | |
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| | | | Beia Carvalho, palestrante futurista, foi a oradora convidada do TOP 30. | | | |
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| | | | Muitas NEWS nessa Newsletter | | | |
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| | | | | | P A L E S T R A & E N T R E V I S T A Dia 30 de janeiro fiz a minha 1ª palestra em Lisboa para o maior grupo de mídia de Portugal, MediaLivre. Tive a honra de ter um super espaço no importante Jornal de Negócios, dedicado a minha entrevista, um perfil super elogioso e uma crítica e resumo da palestra. Bom demais!
Nessa 1ª newsletter do ano, trago um resumão de tudo. E links pra você ler a matéria e a entrevista, focada no Mindset da Comunicação.
Também comemoro 1 ano do meu PROJETO 69! Pra quem não sabe, o projeto é viver 2 anos na Europa como nômade digital, tendo Lisboa como base. E palestrando aqui e no Brasil.
Estive no início do mês no Brasil, palestrando no Show Rural 2024 e volto no final do mês para palestrar para a Alfa Tennant. Fotos abaixo.
Beia Carvalho, palestrante futurista, foi a oradora convidada do TOP 30, evento no qual foram premiados os 30 melhores anunciantes da Medialivre, em Portugal. | | | |
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| | | | | | BRANDED CONTENTMINDSET STORYTELLING | | | |
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| | | | Jornal de Negócios, com a crítica da palestra, minha entrevista e perfil | |
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| | | | | | Perfil de uma comunicadora nata. Beia Carvalho é uma palestrante futurista com foco em comportamento e mindsets do século XXI, que catapultem a humanidade para o futuro. | | | |
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E N T R E V I S T A Em entrevista, refere que o futuro do marketing está no branded content, mas é preciso mudar a mentalidade conservadora das marcas. 5 FEV 2024 ____________________________________________________________ Em entrevista ao Negócios, a comunicadora brasileira explica a importância de as marcas mudarem de mentalidade e entenderem como pensam as novas gerações Z e Alpha. Só assim, defende, conseguirão criar empatia no storytelling e no branded content e entrar no futuro da comunicação. | |
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| | | | Beia, Branded content é o futuro das marcas? | | | |
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| | Posso começar contando uma historinha? Lembro-me de que ela entrou na loja, uma boutique de moda, decidida. Uma mulher alta, curvilínea, com um belo decote que contornava os seus fartos seios. Frontal, caminhou na minha direção e sem rodeios foi logo dizendo a que veio: uma blusa branca, discreta, chique, para uma festa. Fácil. Eu sempre gostei de briefings bem elaborados, desde muito antes de trabalhar em publicidade. Comecei a mostrar várias blusas brancas, mas nada lhe agradava. Estava quase no fim das opções quando ela avistou exatamente o que queria. Algo que eu jamais the apresentaria, porque não satisfazia em nada o seu briefing. Era uma exuberante peça movimentada de cima a baixo com plissados e laços para todos os lados. Quantas vezes achamos que conhecemos os nossos clientes, mas perdemos o principal: como realmente se sentem, o que querem e como realmente se veem. O que para mim era espalhafatoso para a minha cliente era discreto e fazia-a sentir recatada, sóbria e chique. O branded content existe na medida em que traz informações e trocas relevantes que conectam a marca ao seu público. Já a ignorância e o desprezo, advindos dos estereótipos e preconceitos em relação ao público, geram o efeito contrário: a desconexão entre partes. | |
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| | | | Considera que as marcas mostram abertura, em geral, ao branded content ou ainda há reservas? | | | |
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| | | | | | Tendo em mente que as marcas são construídas por pessoas, é preciso examinar e escarafunchar – sem dó nem piedade – os mais profundos estereótipos e preconceitos dentro das organizações que alicerçam o seu mindset. O mindset é o pacote de crenças que configuram como a marca entende o mundo e o que lhe faz sentido. E quando olhamos abertamente para as pessoas, instituições e empresas, vemos que a maioria age de acordo com mindsets vigentes no século passado. Creio que as marcas mostram abertura para experienciar o branded content, porém a experiência pode fracassar solenemente quando se produz conteúdos que não se conectam com o presente-futuro. | | | |
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| | | | Como é que hoje as marcas conseguem o engajamento emocional, é através do storytelling? | | | |
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| | | | | | Não há storytelling que se sustente quando não atualizamos os nossos mindsets, quando a nossa comunicação é datada, inadequada, desagregada, desenergizada. Há que se despir da crença de que “sabemos mais” porque chegámos até aqui agindo da forma que agimos. Chegámos, sim. Chegaremos no futuro? | | | |
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| | | | Na comunicação com as gerações futuras, quais os critérios mais importantes a ter em conta? | | | |
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| | | | | | O meu primeiro tema de palestras em 2009 foi sobre as “5 Gerações no Mercado de Trabalho”. Como futurista, compreendi, naquela época, que o entendimento das novas gerações seria crucial para os largos e essenciais passos em direção à inovação.
Passados 15 anos, ainda vemos, lemos e presenciamos importantes expoentes do mercado a dirigirem-se às novas gerações como dispersas, mal-educadas, irresponsáveis, preguiçosas, superficiais e perdidas. Ufa! Parece que há muita energia despendida para esbravejar contra os novos consumidores e muito pouca para se livrar de [pre]conceitos contra uma juventude, que vai viver e consumir produtos até os seus 120 anos. Compreender que a Geração Z (em 2024, com idades entre 15 e 27 anos) é a mais ativista das gerações pode, como exemplo, ser um ótimo atalho para boas histórias de empatia com causas climáticas, raciais e de género. | | | |
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| | | | Como escolher os media certos para impactar? | | | |
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| | | | | | Enquanto as nossas atitudes estiverem relacionadas a esta superioridade, não há como estabelecer uma relação participativa e colaborativa com as gerações Z e Alpha (em 2024 com idades entre zero e 14 anos). Fincando a nossa bandeira nos mindsets do passado, não nos apropriaremos das benesses de viver a inteligência e a aprendizagem em rede. | | | |
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| | | | | Compreender que a Geração Z (em 2024, com idades entre 15 e 27 anos) é a mais ativista das gerações pode ser um ótimo atalho para boas histórias de empatia com causas climáticas, raciais e de género. Mas como vamos ‘compreender’ se partimos de um lugar de superioridade em relação aos jovens? _ BEIA CARVALHO, palestrante futurista | |
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| | | | | | MATÉRIA FAZ A CRÍTICA DA PALESTRA MINDSETS DO FUTURO | | | |
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| | | | | | Nos negócios do futuro, o foco é do cliente*
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| | | | | | *Aprendi esse conceito com o Alexandre Kavinski | | | |
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| | | | Beia Carvalho, palestrante futurista, falou do poder dos mindsets do século 21, da tecnologia à inteligência artificial. E de como já não é preciso grandes budgets para comunicar, como mostra a campanha da estante do IKEA, que referiu.
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| | | | | | Durante a sua palestra diante de uma plateia composta de algumas das principais marcas de topo em Portugal, Beia deu três exemplos de branded content que mostram esse foco do cliente e o impacto das novas formas de comunicar e de “viralizar”, seja pelos blogues, redes sociais ou pelo poder de uma simples imagem. Um dos exemplos será talvez o mais conhecido dos portugueses, neste momento: a famosa fotografia de outdoor da estante Ikea “boa para guardar livros ou 75.800 euros”, cujo slogan faz uma alusão ao montante encontrado pelas autoridades no gabinete de Vitor Iscária, chefe de gabinete do primeiro-ministro António Costa. | | | |
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| | | | A matéria do Jornal de Negócios resume lindamente a palestra. Além de citar o exemplo de branded content da Ikea, descreve o case da empreendedora brasileira Sabrina Kim, da Solenzara Modas, com duas lojas, em São Paulo, cujo público são mulheres, jovens executivas, na maioria mães. "Quando vi o vídeo no Instagram, sabia que ali tinha um exemplo ímpar!”. O vídeo campeão com conteúdo participativo da comediante norte-americana Ali Wong, brinca com as jovens mães que gostam de brilho nas roupas, porque já o perderam por dentro. | | | |
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| | | | Mudar os paradigmas
Para as marcas entrarem no século XXI têm de mudar o mindset do século XX, ou seja, alterarem esse “pacote de crenças, experiências e vivências que configuram a forma como se entende o mundo”. Nesta que é a era “mais complexa que o ser humano já viveu”, a velocidade é “absurda” e para não perder o comboio, as empresas e marcas têm de ter presentes novos paradigmas.
“Como serão os negócios com inteligências artificiais 10 vezes superiores ao que são hoje”? , indagou Beia.
Nesse momento de suspense que colocou o público a pensar em odisseias no espaço, Beia Carvalho elencou os outros mindsets do futuro. [perguntas, mindset da Inteligência Artificial (IA), da longevidade, o mindset do letramento]; e, finalmente, o mindset de aprender, porque “no século XXI você vai aprender até ao último dia da sua vida”.
Como concluiu Beia Carvalho, “o futuro é abundante, de ideias, diálogos e pensamentos diversos, de imaginação, crítica, humor e voos”. Só é preciso agarrá-lo hoje.
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| | | | | | Palestrei 2 dias no Show Rural 2024para o Sistema Ocepar.Palestrei no Fórum de Inovação e no Fórum de TI. Falei de Cooperativismo e dos Mindsets do Futuro, Humanidade e Tecnologia. | | | |
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| | | | | | Dedico essa newsletter aos amigos Edson Athayde e Dom Massareto.♡Tenho a sorte de estar cercada de redes de profissionais que colaboram pra fazer a minha empresa 5 Years From Now® prosperar. | | | |
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| | | | | | A gente faz coisas juntos desde sempre. | | | |
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| | | | NÔMADE DIGITALAOS 69 ANOS | | | |
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| | Palestrando aqui e aí 🇵🇹 🇧🇷 | |
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| | | | | | CONTO TUDO NAS BANALIDADES DE VIAGEM. Minhas impressões dessa aventura em vídeos, fotos e textos. | | | |
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| | Me siga nas redes pra discutirmos os mindsets do futuro. | |
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